GETTY IMAGE / DEAGREEZ Ter um negócio próprio está entre os principais sonhos dos brasileiros. Segundo o mais recente levantamento “Global entrepreneurship monitor” (2024), divulgado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 49,8% dos brasileiros entre 18 e 64 anos tinham planos nesse sentido para os três anos posteriores. Entre as possibilidades: vender pela internet, trabalhar como freelancer, criar uma marca ou transformar talento em renda.
Seja qual for o objetivo, o primeiro passo quase sempre passa por abrir uma empresa. Ou seja, ter um registro chamado Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o CNPJ. Os modelos mais simples para iniciar um negócio no Brasil são o do Microempreendedor Individual (MEI) e o de Microempresa (ME), que funcionam de maneiras diferentes. Por exemplo: têm limites distintos de faturamento e oferecem vantagens específicas para cada tipo de negócio.
Entender essas diferenças ajuda a evitar problemas com impostos, faturamento e crescimento no futuro. Confira na tabela as principais características dos dois modelos.

Glossário
Faturamento: quanto uma empresa ganha vendendo produtos ou serviços.
Imposto: taxa obrigatória que empresas e pessoas pagam ao governo (federal, estadual ou municipal). O governo, por sua vez, usa esse dinheiro para sustentar serviços públicos, como escolas, salários de funcionários postos de saúde e hospitais.
Modelo de tributação: conjunto de regras pelas quais o governo cobra impostos de pessoas e empresas.
Piso da categoria: menor valor de salário que um trabalhador de determinada profissão pode receber, definido por lei ou acordo entre os próprios trabalhadores.
Salário mínimo: menor valor que um empregador pode pagar a um trabalhador pela jornada de trabalho. É definido por lei.
Fontes: Sebrae e Contabilizei.

