No começo deste ano, entre os dias 19 e 23 de janeiro, em Davos-Klosters, uma tradicional estação de esqui na Suíça, foi realizado um dos maiores encontros sobre finanças do mundo: o Fórum Econômico Mundial. Criado em 1971, o evento reúne, anualmente, líderes globais para discutir os principais desafios da economia e política internacional — e, em 2026, esses debates se mostraram ainda mais urgentes.
Governos de países como Estados Unidos e Brasil se encontraram com executivos de grandes empresas, presidentes de bancos centrais e representantes de entidades como a Organização das Nações Unidas e o Fundo Monetário Internacional. O objetivo era buscar soluções para problemas globais, ainda que os interesses nem sempre sejam os mesmos.
Temas como crescimento econômico, mudanças climáticas, inteligência artificial (IA), tecnologia, saúde, educação, geopolítica e desigualdade social dominaram as discussões. Neste ano, a IA e seus impactos no trabalho e na democracia ganharam destaque, refletindo preocupações que já fazem parte do nosso dia a dia.
Embora não defina leis, o fórum influencia decisões futuras de governos e empresas — decisões que acabam impactando a vida de todos nós.


