Créditos da Imagem: Getty Images/ ALFSNIPER A Copa do Mundo de 2026 entra para a história antes mesmo de começar. Entre 11 de dezembro e 13 de janeiro, foram registradas mais de 500 milhões de solicitações de ingressos, recorde absoluto de demanda para o evento, de acordo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa). Apesar da alta nos valores dos ingressos, foram, em média, quase 15 milhões de pedidos por dia.
O torneio começa em 11 de junho e termina em 19 de julho de 2026 e será marcado por números inéditos. Será a primeira Copa realizada em três países-sede, Canadá, Estados Unidos e México, e a primeira com 48 seleções, um aumento em relação às edições anteriores, que envolviam 32 equipes. A ampliação do evento é apontada como um dos fatores por trás da alta na procura por ingressos.
Além dos países anfitriões, a maior parte da demanda veio de torcedores da Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Espanha e Portugal, reforçando o apelo global da competição, segundo a Fifa.

Para garantir um assento no estádio e ver as seleções se enfrentando de perto, os ingressos custam a partir de 60 dólares (cerca de 320 reais) nos locais menos procurados. Já o torcedor que quiser assistir à final, no MetLife Stadium, gastará entre 2.030 dólares (11 mil reais) e 6.370 dólares (34 mil reais). Alguns ingressos tiveram mais de 1.000% de aumento em relação à Copa do Mundo de 2022, no Catar.
Para os brasileiros que sonham em acompanhar o Brasil até a final, a CNN calculou quanto o torcedor terá que desembolsar. A estimativa é feita imaginando que a seleção brasileira avance até a final do campeonato. Com isso, o gasto mínimo é de 19.700 reais. Já o torcedor que buscar por lugares na categoria A, a mais cara dos estádios, terá que investir em torno de 70.100 reais.


