Começaram, em 19 de janeiro, as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), programa do governo federal que seleciona estudantes para vagas em universidades e institutos públicos de ensino superior em todo o Brasil. Criado pelo Ministério da Educação (MEC), o sistema utiliza exclusivamente a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de classificação.
O funcionamento do Sisu é totalmente on-line. Após a divulgação das notas do Enem, o estudante acessa a plataforma do programa e pode escolher até duas opções de curso, indicando a instituição, o turno e o tipo de vaga — como ampla concorrência ou cotas. Durante o período de inscrições, é possível acompanhar diariamente a chamada “nota de corte”, que mostra a menor pontuação necessária para ficar entre os possíveis aprovados naquele curso.
A classificação ocorre de forma automática, considerando a nota do candidato no Enem e o peso que cada curso atribui às áreas da prova. Ao fim do prazo, o sistema seleciona os estudantes com melhor desempenho para cada vaga disponível.
Quem não for aprovado na chamada regular pode manifestar interesse na lista de espera, que é usada pelas universidades para preencher vagas que não foram ocupadas. O Sisu costuma ter duas edições por ano, geralmente, no início e na metade do calendário letivo.
O programa é hoje a principal porta de entrada para o ensino superior público no país, reunindo vagas em universidades federais, estaduais e institutos federais. O processo de inscrição vai até o dia 23 de janeiro.
É importante que os alunos consultem o portal diariamente para verificar a classificação e ajustar as preferências conforme a necessidade para garantir uma vaga. Segundo o MEC, são mais de 274,8 mil vagas, em 7.388 cursos, oferecidos por 136 instituições, em 587 municípios do país.


